segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

VATICANO ANUNCIA TRÊS NOVAS CANONIZAÇÕES



O sacerdote italiano Luigi Guanella, o fundador dos missionários xaverianos Guido Maria Conforti e a religiosa espanhola Bonifacia Rodríguez de Castro serão proclamados santos em breve, segundo anunciou hoje o Vaticano.

Em 21 de fevereiro, será realizado um consistório ordinário público, que decidirá as datas para as canonizações.

Guanella, beatificado em 1964, nasceu em Fraciscio di Campodolcino, na região de Lombardia, norte da Itália, no ano de 1842. Aos 24 anos de idade, foi ordenado sacerdote.

Em 1881, fundou os Servos da Caridade e as Filhas de Santa Maria da Providência, que logo se difundiram na Itália, América, Ásia e África. Por sua vez, Guido Maria Conforti nasceu em 1865, em Parma, no norte da Itália, mas por problemas de saúde não pode dirigir os negócios agrícolas da família, como queria seu pai, nem empreender uma vida como missionário.

Diante disso, abriu uma casa para formar jovens missionários e fundou a Pia Sociedade Xaveriana.

Em 1902, Conforti tornou-se arcebispo de Ravenna, posto que deixou dois anos depois pelo agravamento de seu estado de saúde. Quando seu quadro sofreu melhora, o Papa Pio X o enviou como bispo a Parma.

Dirigiu a diocese, da qual já havia sido vigário geral durante 25 anos, realizando cinco visitas pastorais as suas 300 paróquias. Conforti morreu em 1937 e foi beatificado em 1966.

Já Bonifácia Rodríguez Castro, que nasceu em 1837 em Salamanca, é uma das fundadora da Congregação das Servas de São José.

FONTE: UOL

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

SEMINÁRIO SANTA TEREZINHA INICIA ATIVIDADES COM 33 SEMINARISTAS



O Seminário Santa Teresinha, que forma os futuros sacerdotes da Diocese de Santa Luzia de Mossoró, abre as portas para o ano acadêmico de 2011 com uma celebração eucarística no dia 13 de fevereiro, às 9 horas, sob a presidência do Bispo Diocesano, Dom Mariano Manzana, na Catedral de Santa Luzia. A celebração será marcada pelo Rito de Admissão dos seminaristas Fábio Henrique, Francisco Jorge, Gláudio Fernandes, José Robério, Zioneudo de Sá e Wescley Paulo.

A instituição existe há 74 anos e é a principal responsável pela formação dos jovens interessados em entrar para o sacerdócio. No ano passado, eram 22 jovens em regime de internato. Este ano, são 33 seminaristas. Um crescimento que resulta num maior orçamento mensal, infraestrutura e alimentação. O Seminário Santa Teresinha se mantêm, principalmente, da parceria da Diocese com a Cosern, através da campanha “Sou luz para o Seminário”. “Essa ajuda das pessoas através da conta de energia é fundamental para nós. Quando aumenta o número de seminaristas é preciso que mais pessoas sejam luz para o Seminário”, afirma padre Augusto.

As atividades de 2011 prometem ser bem movimentadas para os futuros padres. O setor vocacional prepara uma programação mais extensa para a Pastoral no fim de semana, ou seja, alguns seminaristas estarão escalados para ajudar em diversas paróquias da Diocese. “Eles precisam conhecer mais o dia a dia de uma paróquia, estar junto da comunidade como forma de amadurecimento vocacional”, confirma o vice-reitor.
Os seminaristas também vão poder contar com a presença do seminarista Francisco Jorge, que concluiu os cursos de Teologia e Filosofia, em Cajazeiras (PB) e João Pessoa ( PB), e fará seu estágio no próprio seminário, assumindo a formação do Seminário Menor. Francisco Jorge e José Robério são promessas de ordenação, tudo indica, para o final de 2011.

Quadro de Seminaristas 2011

Cursando Filosofia - 17
Cursando Teologia - 09
Seminário Menor - 07

FONTE: BLOG DA DIOCESE DE MOSSORÓ

AUMENTA NÚMERO DE PADRES NO MUNDO



O número de sacerdotes católicos no mundo aumentou 1,4% em 2009, para os 410.593, conforme dados do Anuário Estatístico da Igreja conhecidos nesta quinta-feira.

Desses 410.593 sacerdotes, 275.542 pertencem ao clero diocesano e os restantes ao clero religioso.

O aumento de 1,4% é resultado do crescimento de 4% do clero diocesano e da diminuição de 3,4% do religioso, detalha o anuário, que será apresentado em breve e que nesta quinta-feira adiantou um extrato do jornal vaticano L'Osservatore Romano.

A maior parte desses sacerdotes é europeia (46,5%), seguida de americanos (29,9%), asiáticos (13,5%), africanos (8,9%) e da Oceania (1,2%).

O Anuário Estatístico da Igreja recolhe os dados de todos os segmentos da Igreja Católica dedicados ao apostolado e a evangelização nos diferentes países do mundo.

Também existe o "Anuário Pontifício", que recolhe todas as dioceses do mundo, e privilegia nomes e biografias.

Segundo o Anuário Pontifício de 2009, com dados da Igreja relativos a 2007, o número de católicos no mundo é de 1,147 bilhão.

FONTE: UOL

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A MÚSICA NA MISSA



A música é parte atuante e vivificante da celebração do mistério pascal. Deve-se ter total zelo por essa arte sonora que nos acompanha em nossas celebrações eucarísticas, celebrações da palavra, grupos de oração, encontro de pastorais, enfim, está presente em tudo aquilo que constitui e aprimora a missão da Igreja que é a evangelização. Como diz o próprio SC 112. “A tradição musical de toda a Igreja é um tesouro de inestimável valor, que se sobressai entre todas as outras expressões de arte, sobretudo porque o canto sagrado, intimamente unido com o texto, constitui parte necessária ou integrante da liturgia solene”. De todo esse tesouro iremos nos deter nesse momento, somente a música litúrgica: os cantos rituais e os que acompanham os ritos. Começaremos com a seguinte questão: Como zelar pela música da missa? Em primeiro lugar, deve-se compreender que a missa é a pascoa que acontece em nosso dia a dia. Não é grupo de oração. Não é adoração ao santíssimo sacramento. Não é a celebração de 7º dia de algum familiar ou comemoração de quem passou no vestibular. A Missa é a Celebração do Mistério Pascal. É Cristo que se doa a cada missa. É cristo que morre e ressuscita toda vez que o ministro ordinário exerce sua função em sua plenitude. Para exercer qualquer função litúrgica de boa consciência do que se esta fazendo e vivendo é necessário que se entenda isso.

Entendido isso, passasse a compreender várias ações e funções litúrgicas, e começasse a ter noção da utilidade dos cantos executados na missa. Ainda no parágrafo 112 do SC vemos que a “música sacra será tanto mais santa quanto mais intimamente estiver unida à ação litúrgica, quer como expressão mais suave da oração, quer favorecendo a unanimidade, quer, enfim, dando maior solenidade aos ritos sagrados.” Para não quebrarmos essa unanimidade e solenidade, é cabível a Conferência Episcopal, a função de nos fornecer os textos dos cantos que acompanham os ritos (Entrada, Ofertório e Comunhão) como consta no Instrução Geral sobre Missal Romano (IGMR) 390. Hoje aqui no Brasil temos o dito Hinário Litúrgico da CNBB para essa finalidade.

Já as partes fixas, como o próprio nome fala, são fixas. Imutáveis. Estas são: o Ato Penitencial, Glória, Santo e o Cordeiro de Deus. Cabe a nós obedecer aos textos que a Igreja utiliza a quase dois mil anos. Vamos tomar, por exemplo, deste, o Glória. Vejamos o que diz a IGMR 53: “O Glória, é um hino antiquíssimo e venerável, pelo qual a Igreja, congregada no Espírito Santo, glorifica e suplica a Deus Pai e ao Cordeiro. O texto deste hino não pode ser substituído por outro. Entoado pelo sacerdote ou, se for o caso, pelo cantor ou o grupo de cantores, é cantado por toda a assembleia, ou pelo povo que o alterna com o grupo de cantores ou pelo próprio grupo de cantores. Se não for cantado, deve ser recitado por todos juntos ou por dois coros dialogando entre si. É cantado ou recitado aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma, nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.” Quem sou eu para alterar o Glória? A igreja canta isso a dois milênios! Algumas pessoas acham que o Glória é uma mera canção em louvor do Pai, do Filho e do Espirito Santo. Não é! É um hino Cristológico (não trinitário como se pensa) que tem sua “letra” já definida a séculos. Tentam fazer alterações também no Santo(Sanctus), fazendo mudanças sem nenhum fundamento teológico. Substituindo o texto por coisinhas como: ele é nosso rei, ele é nosso pai, ao invés de “os Céus e a terra proclamam a vossa glória”. Nós não podemos! Não temos autoridade para modificar os textos das partes fixas. Nem as conferencias episcopais tem! Porque eu iria fazer isso? Porque a música tal é bonitinha ou porque toca os corações das pessoas?

A missa é a celebração do mistério pascal. Repito isso quantas vezes precisar. Não é momento de se colocar musiquinhas sentimentalistas para tocar nos corações das pessoas e elas se emocionarem. A função da música na missa é de ser parte celebrante, instrumento para oração. As melodias compostas por compositores que entendam de liturgia dá um sentido de vivacidade a música! “Ah, mas eu gosto tanto daquela música que tocou meu coração naquele dia porque eu tava passando por tal dificuldade!” reze com essa música então! Escuta ela em casa! Canta no encontro de casais, no grupo de jovens, no grupo de oração. A missa tem suas músicas próprias e essas obedecem ao nosso Sagrado Magistério. Se você é católico, faça sua parte: Obedeça!


Artigo de LEOPOLDO GALTIERI. Licenciado em Música pela Universidade do Estado do Rio Grande do Norte (UERN). Pós-graduando em Educação Musical pela Faculdade e Montenegro e em Liturgia pela Faculdade Católica do Cariri. Professor de Música da Rede Pública de Educação Básica e membro da Pastoral Litúrgica da Paróquia de São Manoel.

CONCURSO PARA CRIAÇÃO DE HINO OFICIAL



Em 13 de Maio de 2011, nossa Comunidade completará 31 anos de caminhada, e será elevada à condição de Paróquia. Uma história bonita, marcada pelo testemunho de fé, através da Palavra de Deus e devoção à Nossa Senhora de Fátima, a qual faz gerar a caridade e a fraternidade entre nós.

O canto expressa aquilo que sentimos e queremos transmitir a todas as pessoas. Tendo em vista a convicção de sermos povo alegre, é que estamos lançando o concurso para a composição do hino que deverá abrilhantar este momento novo da nossa comunidade.
Para a composição do hino, algumas regras deverão ser observadas:

Critérios para a composição do Hino
1- O Hino deverá ter uma escrita própria e simples, mas de cunho criativo, que traduza a caminhada da nossa Comunidade nestes 31 anos;
2- É necessário prezar por uma melodia convocatória, alegre, vibrante, balizada por uma linguagem poética. É bom lembrar que o Hino não pode ser uma “paródia”; é preciso que o mesmo tenha uma melodia própria;
3- O Hino precisa ter um caráter vibrante e energizador, com melodia e ritmos fluentes
4- Pode ter alguma forma de rima, embora seja construído a partir de versos livres;
5- A fundamentação do Hino é de cunho pastoral, que leve em consideração o Projeto Diocesano de Evangelização, o qual dá seu enfoque à Palavra de Deus, Missão, Liturgia, Catequese e Caridade.

Características da composição:
1-Ser representativo da Paróquia, tendo em vista que será utilizado nas atividades oficiais da mesma;
2-Difundir as características históricas, geográficas e sócio-cultural-religiosas da Paróquia;
3- Promover os feitos e exaltar a ação pastoral-religiosa da Paróquia;
4-Focar Nossa Senhora de Fátima como Padroeira da Paróquia e o Espírito Santo como fonte inspiradora e fortalecedora das ações da Paróquia.
5- Seja formado por quatro a seis estrofes;
6- É bom que o refrão seja repetido duas vezes;
7- Nas estrofes poderão ser demonstrados os seguintes enfoques:
Nossa Senhora de Fátima, Padroeira da Paróquia; a história da Paróquia em seu contexto geral; logomarca da Paróquia; objetivos da evangelização na Paróquia; perspectivas futuras – sermos discípulos e missionários de Jesus.

Prazo de entrega e resultado final:
1- O Hino deverá ser entregue na secretaria da Paróquia, situada à Av. Abel Coelho, S/N, Abolição II, no horário de 07:00 às 11:00 e 14:00 às 18:00, até o dia 27 de Fevereiro de 2011 (não havendo prorrogação da data);
2- Além da letra, deverá ser entregue a partitura (não é obrigatória) e a melodia do Hino gravada em um cd;
3- Dias 01 e 02 de março haverá a triagem das composições dos hinos e a escolha dos três finalistas por uma comissão julgadora.

Observação: A comissão fará a triagem mediante a análise do material entregue, atribuindo-lhe notas de 5 a 10 nos quesitos:
- conteúdo das letras;
- melodia e ritmo;
- harmonia;
- pesquisa;
- originalidade.

4- Dias 12 e 13 de março os finalistas se apresentarão nas comunidades (logo após a celebração da Missa) e serão submetidos à votação de representantes das Capelas assim distribuídas: Nossa Senhora do Perpétuo Socorro (05 votantes), São Francisco (10 votantes), São Pedro (10 votantes) e Nossa Senhora de Fátima (25 votantes).
Observação: Os votantes serão escolhidos entre os presentes na assembléia.
Disposições finais
1- Ficam automática e definitivamente cedidos à Paróquia de Nossa Senhora de Fátima – Mossoró/RN, os direitos de registro, reprodução e execução pública do hino vencedor.
2- O compositor do hino vencedor não poderá requerer nenhum direito de ordem econômico financeira por parte da Paróquia. Esta considera o trabalho do compositor como doação à Paróquia.
3- Aos três finalistas serão concedidos troféus de reconhecimento e ao finalista, além do troféu a medalha de Nossa Senhora de Fátima como BEM FEITOR da Paróquia.
Desejamos um bom trabalho a todos os participantes e nos colocamos à disposição para quaisquer outros esclarecimentos que se fizerem necessário.

Mossoró, 02 de fevereiro de 2011

Pe. Severino Claudino
Presidente da Comissão Organizadora

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

COMISSÃO NACIONAL DA PASTORAL FAMILIAR LANÇA "HORA DA FAMÍLIA 2011"



A Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB e a Comissão Nacional da Pastoral Familiar lançaram o subsídio “Hora da Família” 2011. O tema deste ano é: “Família, Pessoa e Sociedade”. O subsídio apresenta reflexão sobre temas familiares para a Semana Nacional da Família que, este ano será de 14 de 20 de agosto.

A Semana Nacional da Família é um evento anual que faz parte do calendário de, praticamente, todas as paróquias do Brasil e teve o início em 1992. O subsídio começou a ser editado desde a vinda do Papa João Paulo II ao Brasil, em 1994 e passou a ser publicada anualmente. Atualmente está em sua 15ª edição com uma tiragem de 210.000 mil exemplares.

“A família vem enfrentando grandes desafios, inquietações e ataques de quem deveria defendê-la. Convocamos a sociedade a debater este ano sobre este tema” disse o assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da CNBB, padre Luiz Antonio Bento. A publicação traz sugestões de celebrações e reflexões sobre o dia das Mães, dia dos Pais, dia do Catequista, dia do Nascituro, além de 10 encontros a serem realizados pelas famílias, entre outras.

“A família é um valor insubstituível para a sociedade. Investir na família é investir na sociedade”, concluiu padre Bento.

FONTE: SITE DA CNBB

MODIFICADA A DATA DO 13o INTERECLESIAL DAS CEBs




No fim de semana, dias 27 a 30, aconteceu a 2ª reunião da Equipe Ampliada das Comunidades Eclesiais de Base (CEBs), responsável pela organização dos Intereclesiais. A equipe fez a escolha do cartaz de divulgação do próximo encontro, cujo tema é “Justiça e profecia a serviço da vida”, e definiu nova data para o evento, que deveria ocorrer em julho de 2013. De acordo com o assessor do Setor CEBs da CNBB, Sérgio Coutinho, o 13º Intereclesial será nos dias 7 a 11 de janeiro de 2014, em Crato, no Ceará.

Participaram da reunião cerca de 50 pessoas representando os 17 Regionais da CNBB; os membros do Secretariado do 13º Intereclesial; o bispo da diocese do Crato (CE), dom Fernando Panico; o bispo referencial das CEBs pela CNBB, dom Adriano Vasino; além dos assessores, padre Benedito Ferraro, padre Nelito Dornelas e o professor Sérgio Coutinho, do setor CEBs da CNBB.

Outra decisão da Ampliada foi a realização de um seminário, em janeiro de 2012, para aprofundar o papel e a identeidade das CEBs. Além disso, a equipe discutiu também sua relação com o Conselho Nacional de Leigos do Brasil.

Segundo Coutinho, a Ampliada apontou algumas preocupações das CEBs em relação ao 13º Interecleisal. “A plenária mostrou grandes preocupações das CEBs rumo ao 13º: ecumenismo nos Intereclesiais, a discussão sobre o mundo urbano, a nova fala profética das CEBs na pós-modernidade, a ausência das bandeiras de luta, a militância político-partidária, a questão de gênero, a pouca presença da juventude nas CEBs”, disse o assessor.

FONTE: SITE DA CNBB