sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

JOVENS DA PARÓQUIA DE SÃO MANOEL PARTICIPAM DO BOTE FÉ




A juventude da Paróquia de São Manoel marcou presença no Bote Fé. Confira o depoimento de Marcos Paulo que acompanhou a programação.


"Nesta última quinta e sexta-feira os jovens da nossa paróquia estiveram com muito entusiasmo e alegria na recepção dos símbolos da Jornada Mundial da Juventude na cidade de Mossoró. O ícone de Nossa Senhora e a Cruz foram entregues aos jovens pelo Beato João Paulo II e são hoje uma grande demonstração da fé deste povo forte e cheio do Espírito Santo.

A programação na cidade de Mossoró estava repleta de eventos: via sacra, celebração eucarística e shows. Era um evento muito aguardado pela juventude desde o final de 2011. Os jovens da nossa paróquia não poderiam deixar de participarem e os elogios partem de todos os lados: foi um momento único de oração e louvor. Participaram integrantes de todos os grupos de jovens: JCC, JSC, JAP e Iluminados pelo Espírito. Muitas bênçãos choveram naquela noite, juntas a forte chuva que também acompanhou os jovens na via sacra.

Durante a via sacra os jovens da paróquia ficaram responsáveis por carregar o Ícone e a Cruz no percurso da via sacra durante a Nona e Décima estações, e de fazer um quadro vivo representando-as (Jesus cai pela terceira vez e Jesus é despido de suas vestes).

Depois da via sacra o grupo de dança litúrgica da paróquia exerceu seu ministério durante a celebração eucarística. Por fim houve os shows e a adoração ao Santíssimo Sacramento. Foi uma grande vigília que durou até o amanhecer e todos participaram com garra e muita fé até o fim.

A alegria esteve presente em todos os instantes e os sorrisos estampados no rosto dos jovens mostravam como agraciado estava sendo aquele momento. O Bote Fé foi um momento único e muito forte, cheio da graça do Espírito Santo. Foi um momento novo de confirmar a fé e o compromisso no Jesus que morreu na cruz pra salvar a todos.

Eu creio na força do Jovem que segue o caminho do Cristo Jesus.... No Peito eu levo uma Cruz, no meu coração o que disse Jesus!"

Marcos Paulo

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

MISSAS NA QUARTA-FEIRA DE CINZAS NA MATRIZ

Na próxima quarta-feira, 22, acontecerão duas "missas de cinzas" na matriz de São Manoel.

A primeira será celebrada às 09h e a segunda às 19h30. A quarta de cinzas marca o início do tempo da Quaresma.

PREFEITA VISITA OBRAS DA IGREJA DO ALTO DE SÃO MANOEL



A sede do Centro de Serviço de Limpeza Urbana, recentemente inaugurada, e as obras da praça localizada ao lado da Igreja Matriz do São Manoel, foram pontos visitados pela Prefeitura Fafá Rosado, na tarde desta quinta-feira (16).

A primeira visita foi a obra da praça do Alto São Manoel. Segundo a prefeita a área ao redor da igreja será toda reestruturada, inclusive obedecendo às normas de acessibilidade. Ainda de acordo com a prefeita a construção da praça atende a uma reivindicação da comunidade que como gestora municipal ela fez questão de atender. “Os padres e os paroquianos e a própria comunidade solicitaram nossa ajuda para a realização dessa obra. Em breve entregaremos o largo da Igreja totalmente novo, da forma que a população merece”, diz.

As obras da Igreja do Alto São Manoel estão sendo executadas através da Secretaria do Desenvolvimento Territorial e Ambiental e Gerência da Infraestrutura. De acordo com Alexandre Lopes, secretário da Sedetema, está sendo investido na obra mais de R$ 247 mil com recursos próprios do Município. Quanto à previsão, Alexandre informou que até maio a obra estará concluída.

Em seguida a prefeita visitou as novas instalações do Centro de Serviços de Limpeza Urbana. “Recentemente inauguramos este espaço e hoje passamos para visitar a nova sede em funcionamento. Aqui os garis e todos aqueles que trabalham na limpeza urbana da cidade agora tem um lugar confortável e estruturada para complementar o seu trabalho”, destacou a prefeita.

As visitas foram feitas pela prefeita Fafá Rosado; a vice-prefeita, Ruth Ciarlini; o secretário de Serviços Urbanos, Alex Moacir; o secretário da Sedetema, Alexandre Lopes.

FONTE: SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ

PE. JANÉDSON PARTICIPA DE ENCONTRO REGIONAL DE LITURGIA



No início da semana, o administrador da paróquia de São Manoel, Pe. Janédson Oliveira, esteve em Recife num encontro com representaes da Pastoral Litúrgica de todo o Regional Nordeste II.

A reunião teve como objetivo elaborar o calendário de atividades da pastoral para 2012.

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

PADRE JANÉDSON REPRESENTA DIOCESE NO SEMINÁRIO NACIONAL DE LITURGIA




Pe. Janédson, administrador paroquial de São Manoel, representa a Diocese de Mossoró no Seminário Nacional de Liturgia, que acontece em São Paulo. Ele também participa do evento como membro da comissão de liturgia do Regional Nordeste II.

O Seminário começou nesta terça, 31, e segue até o dia 04 de fevereiro, e comemora os 50 anos do Sacrosanctum Concilium.

Confira mais informações abaixo.


Começa o Seminário Nacional de Liturgia em comemoração aos 50 anos do Sacrosanctum Concilium .

Teve inicio na tarde de ontem, 31 de janeiro, no auditório “Rainha dos Apóstolos”, no Mosteiro de Itaici, em Indaiatuba (SP), o Seminário Nacional de Liturgia, em comemoração aos 50 anos de promulgação da Constituição Conciliar Sacrosanctum Concilium.

Estiveram presentes cerca de 180 pessoas, entre bispos, presbíteros, leigos e leigas do Brasil e da América Latina. O Seminário tem como temática a Releitura da Sacrosantum Concilium, no Contexto do Concílio Vaticano II e nos Documentos Latino-Americanos. O Seminário de Liturgia acontece de 31 de janeiro a 04 de fevereiro.

Promovido pela Associação dos Liturgistas do Brasil (ASLI) e pela Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em parceria com a Rede de Animação Litúrgica (Rede Celebra), Centro de Liturgia, Revista de Liturgia, o evento tem por objetivo retomar as intuições e a teologia litúrgica na Sacrosanctum Concilium e demais constituições e decretos do Vaticano II e documentos pós-conciliares, no contexto da renovação da liturgia da América Latina e Caribe, à luz de Medellin, Puebla, Santo Domingo e Aparecida, em busca do rosto e do lugar da liturgia na vida e na missão da Igreja como serviço para a vida plena em Cristo e ao acontecimento do Reino de Deus.

O Seminário Nacional conta a assessoria principal do professor de Teologia Sacramental na Pontifícia Faculdade Teológica da Universidade de São Anselmo em Roma, e professor de teologia no Instituto de Liturgia Pastoral de Pádua, Andrea Grillo.

O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, da CNBB, padre Hernaldo Pinto Farias, lembra que este é o 1º evento, da agenda de eventos da CNBB, que homenageará os 50 anos do Concílio Vaticano II. “O Sacrosanctum Concilium foi o primeiro documento aprovado no Concílio Vaticano II, daí sua importância”, explicou o assessor da CNBB.

Segundo dia

O segundo dia do Seminário Nacional de Liturgia teve inicio com a celebração eucarística presidida pelo secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Leonardo Ulrich Steiner.

Em seguida, dando abertura aos trabalhos no auditório, o secretário geral enfatizou a importância da Liturgia na prática pastoral e sua relação com as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil 2011-2015 (DGAE).

O dia prossegue com a primeira reflexão do assessor do evento, Andrea Grillo, que reflete sobre o tema: “Liturgia, momento histórico da salvação na Sacrosanctum Concilium e nos Documentos Latino-Americanos. Em seguida, o presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia, dom Armando Bucciol, amplia a reflexão do tema do dia.

À tarde, os participantes interagem com a temática através da participação em minisseminários.

FONTE: SITE DA CNBB

SEMINÁRIO NACIONAL REFLETE SOBRE A SACROSANTUM CONCILIUM




O assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia da CNBB, Hernaldo Pinto Farias, tratou do tema central do Seminário Nacional de Liturgia, que está sendo realizado esta semana, de 31 de janeiro a 4 de fevereiro, em Indaiatuba (SP). O Seminário também é promovido pela Associação de Liturgistas do Brasil (Asli).

Em entrevista exclusiva ao Jornal Santuário, de Aparecida (SP), o assessor da Comissão para a Liturgia da CNBB, padre Hernaldo Pinto Farias, fala sobre o Seminário, o documento e o trabalho da comissão.

A Sacrosanctum Concilium, primeiro documento promulgado pelo Concílio Vaticano II, está prestes a completar 50 anos. Qual é o papel que ocupa esse documento no contexto de renovação proposto pelo Vaticano II?

Padre Hernaldo Pinto Farias – Esse documento é muito importante no campo da liturgia da Igreja, mas, ao mesmo tempo, ajuda a Igreja a compreender a si mesma a partir da liturgia. Tanto que o próprio documento é uma referência para todos os outros do Concílio Vaticano II e teve uma boa repercussão na América Latina.

Qual é a principal contribuição que os documentos latino-americanos trazem para a construção de uma liturgia que esteja em sintonia com a realidade da região? E de que forma podem colaborar para a melhor compreensão da própria Sacrosanctum Concilium?

Padre Hernaldo – Sobretudo os de Medellín e Puebla [duas cidades-sede de Conferências Gerais do Episcopado Latino-Americano e Caribenho, em 1968 e 1979, respectivamente] são dois dos documentos do episcopado latino-americano que beberam muito da Sacrosanctum Concilium e que nos ajudaram a compreender uma liturgia para o povo e a partir do povo. Uma liturgia que fosse, de fato, o rosto do nosso povo; ou seja, uma liturgia mais inculturada. Mas, sobretudo, uma liturgia que pudesse falar a linguagem do povo, para que este pudesse participar de fato da liturgia. Portanto, o princípio maior da Sacrosanctum Concilium – “participação ativa, consciente e frutuosa de todo o povo de Deus na ação ritual” – é absorvido por esses documentos latino-americanos, que conseguem traduzi-lo em normas para a vida litúrgica na América Latina.

Quando se fala em “inculturação”, “linguagem do povo” e outros termos correlatos, há alguns setores na Igreja que entendem que houve uma simplificação muito acentuada da própria liturgia. Quais são as pistas que a Sacrosanctum Concilium oferece para encontrar um equilíbrio?

Padre Hernaldo – Além desse princípio maior de participação ativa, há a questão da ação da Igreja, de todo o povo de Deus e de Deus na Igreja, e da Igreja em Deus. Assim, devolve-se ao povo a sua condição maior de celebrante da liturgia. O povo é entendido, pela Sacrosanctum Concilium e demais documentos latino-americanos, não como mero espectador mudo, mas sim como um conjunto de pessoas que participam da ação ritual; por isso, celebrante. Daí, então, o aspecto do povo como sujeito da liturgia.

A Sacrosanctum Concilium convocou uma reforma litúrgica em nível de Igreja universal. Ainda há muito a se caminhar para concretizar de fato essa reforma? O que falta?

Padre Hernaldo – O Concílio, como um todo, ainda não foi posto em prática totalmente. Por isso nos falta muito: uma maior consciência do que é a liturgia, por parte de toda a Igreja; uma melhor distribuição ministerial dentro da Igreja, para que, de fato, cada um assuma aquilo e somente aquilo que lhe compete e, assim, desenvolva na liturgia o ministério que lhe é próprio. Ou seja, a liturgia que possa ser vivida pela Igreja em sua totalidade, integralidade, o seu todo. Ainda nos falta muito. Às vezes, ainda está arraigada na cabeça das pessoas uma liturgia muito “do padre”, faltando ainda a consciência de que a liturgia é da Igreja e não pertence ao padre como tal. Da mesma forma, faltam celebrações mais bem preparadas por equipes treinadas para isso, bem como uma pastoral litúrgica – em nível paroquial, diocesano, regional e até mesmo nacional – mais bem estruturada, para que a liturgia atinja a todos. Enfim, ainda nos falta muito.

A finalidade da reforma é a “participação ativa, consciente e frutuosa de todo o povo de Deus na ação ritual”. De que forma a Comissão para a Liturgia da CNBB busca colaborar com as comunidades de todo o Brasil para efetivar essa reforma litúrgica?

Padre Hernaldo – A finalidade da Comissão é subsidiar os regionais e as dioceses no que diz respeito à liturgia, seja na disponibilização da tradução dos documentos provindos da Santa Sé, seja na tradução e adaptação dos rituais para o Brasil, seja também na produção de documentos com material de reflexão para toda a Igreja no país. Nesse sentido, temos vários trabalhos que ajudam a Igreja. Podemos citar os roteiros homiléticos, que têm boa aceitação; o Documento 43 da CNBB – Animação da Vida Litúrgica no Brasil –, que ajuda muito a caminhar nesse sentido; há também outros documentos da CNBB, como Orientações para a Celebração da Palavra de Deus (n. 52) e os sobre diversos sacramentos e sacramentais, que são materiais para a reflexão da Igreja no Brasil. Até mesmo publicamos outros documentos com uma linguagem popular para ajudar as comunidades e os agentes a melhor preparar e viver a liturgia.

Como se espera que esse conteúdo a ser debatido no Seminário possa chegar às bases e tenha reflexo na vida das comunidades eclesiais de todo o país?

Padre Hernaldo – Em 2011, investimos na preparação de material para publicação. A partir deste ano, esse material já deve começar a ser divulgado. O próprio Seminário produzirá toda uma gama de material de reflexão, de artigos – tanto do assessor principal quanto dos demais, bem como dos participantes, que levarão material de produção própria. Tudo isso será publicado, e, com a publicação desse material e daquele que preparamos, de traduções e outros, vamos elaborar um roteiro de encontros e debates com os regionais da CNBB. Serão esses que, depois, farão com que isso seja repassado a todas as dioceses do Brasil. Assim, as dioceses também terão o seu papel, que será o de repassar o material para cada um dos seus agentes de pastoral litúrgica.

Quais são os temas desse material?

Padre Hernaldo – Um exemplo é o texto da Sacrosanctum Concilium em versão popular, que foi publicado na celebração dos 40 anos do documento e será agora reeditado, após uma revisão. O objetivo é que essa Constituição possa atingir a todos, até mesmo àquelas pessoas mais simples. Por isso, a linguagem é bem popular, para que todos possam conhecer esse importante documento do Concílio Vaticano II. Há também outras obras que são frutos de tradução, focando especialmente a reforma litúrgica da Igreja.

FONTE: SITE DA CNBB