quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

MARTINS RECEBE ASSEMBLEIA DIOCESANA DE JUVENTUDE NOS PRÓXIMOS DIAS 25 E 26


Acontece de 25 a 26, a Assembleia Diocesana de Juventude, que será realizada na cidade de Martins.

Todos os jovens coordenadores de Paróquias e de Movimentos devem participar desse evento.

Dentro da programação, serão discutidos assuntos como a escolha da nova coordenação diocesana de juventude. Mais informações com Setor de Juventude  8883.6637.

FONTE: SITE DA DIOCESE DE MOSSORÓ

MENSAGEM DO PAPA FRANCISCO PARA O DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES


O Pontifício Conselho para as Comunicações divulgou hoje, 23, a mensagem do papa Francisco para o 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais, a ser celebrado em 1º de junho. O texto traz como tema “Comunicação a serviço de uma autêntica cultura do encontro”.

O papa reconhece a importância dos meios de comunicação e novas mídias sociais digitais. " Podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana”, afirma. Porém, faz um alerta para que as redes não sejam usadas para o isolamento social. “O próprio mundo dos mass media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas”, acrescenta o papa.
Confira a íntegra do texto:

Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais
48º DIA MUNDIAL DAS COMUNICAÇÕES SOCIAIS

Comunicação ao serviço de uma autêntica cultura do encontro
1 de Junho de 2014

Mensagem do Santo Padre Francisco

Queridos irmãos e irmãs, Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas econômicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.

Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros.
Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus. No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos.

O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído. Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar.

Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimônio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.

Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ).

Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro.

Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade». Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual.

Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real. Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas.

A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais. Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira.

E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efetiva e afetivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos.

Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração. O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (Bento XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte.

O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas. Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria.

A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.

Vaticano, 24 de Janeiro – Memória de São Francisco de Sales – do ano 2014.
FRANCISCUS

FONTE: SITE DA CNBB

terça-feira, 21 de janeiro de 2014

COMUNIDADE DE PASSAGEM DE PEDRAS CELEBRA SEU PADROEIRO SÃO SEBASTIÃO






A Comunidade de Passagem de Pedras realizou nesta segunda-feira, 20, o encerramento da Festa de São Sebastião. A procissão percorreu as principais ruas da comunidade e o festejo foi concluído com Celebração Eucarística presidida por Pe. Ricardo Rubens.

segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

FACULDADE DIOCESANA OFERECE CURSO DE EXTENSÃO EM PSICOPEDAGOGIA CATEQUÉTICA


A Faculdade Diocesana de Mossoró abriu inscrições para os interessados em participar do curso de extensão em psicopedagogia catequética. O curso será coordenado pela Comissão Diocesana de Catequese e abrangerá o período de 22 de fevereiro a 20 de dezembro de 2014. Mais informações pelo fone: 3316-2560.

FONTE: SITE DA DIOCESE DE MOSSORÓ

RELIGIOSA QUE VIVEU NO BRASIL SERÁ BEATIFICADA EM OUTUBRO



“Tudo o que acontece é bom, porque vem de Deus”, sempre dizia a religiosa Maria Assunta Caterina Marchetti, conhecida como madre Asssunta, que será beatificada em São Paulo, no dia 25 de outubro. Em carta oficial enviada, em 17 de dezembro de 2013,  à superiora geral das Missionárias de São Carlos Borromeo-Scalabrinianas, irmã Neusa de Fátima Mariano, o secretário de Estado do Vaticano, dom Angelo Becciu, comunicou oficialmente a aprovação da beatificação de Madre Assunta.

O secretário informou ainda que o papa permitiu que a celebração do rito de beatificação fosse realizada no Brasil. Francisco nomeou como seu representante e presidente da celebração, o prefeito da Congregação para a Causa dos Santos, cardeal Angelo Amato.

“Acolhemos esta notícia com grande alegria e júbilo, pois é uma graça para a Congregação das Irmãs Missionárias de São Carlos Borromeu-Scalabrinianas”, disse irmã Neusa. “Acreditamos que a beatificação será portadora de muitos frutos de santidade e de renovação espiritual para todos os membros do Instituto e ao mesmo tempo que é portadora de um novo vigor na vivência de nossa consagração religiosa no serviço aos migrantes”, acrescentou.

Ainda de acordo com a Superiora Geral, se pode dizer que, “na trajetória missionária, Madre Assunta deixou um legado profundo de autêntica fidelidade ao carisma Scalabriniano, ao mesmo tempo que permeia o nosso futuro de esperança. E convidou todos os fiéis a participarem deste momento importante para a Congregação e a Igreja. “É com esse espírito que queremos celebrar  este evento eclesial, para o qual convidamos todo o povo de Deus para que se una a nós e participem deste grande evento da Beatificação da Venerável Madre Assunta Marchetti, mãe dos órfãos, imigrantes e abandonados”, concluiu.

Madre Assunta
Natural de Lombrici di Camaiore, província de Lucca, Itália, Maria Assunta nasceu em 15 de agosto de 1871. Veio para o Brasil em outubro de 1895, a pedido do seu irmão, padre José Marchetti, missionário de São Carlos, ordem fundada em 1887 pelo bispo de Piacenza, João Batista Scalabrini, para cuidar dos órfãos filhos de imigrantes italianos e africanos que viviam em São Paulo.

Madre Assunta viveu no Brasil por mais de cinquenta anos. Faleceu em 1º de julho de 1948, no orfanato na Vila Prudente (SP), onde foram enterrados seus restos mortais.  A madre Assunta passou os últimos meses de sua vida em uma cadeira de rodas, mas sempre atenta em servir o próximo.

O milagre

Em 1994, Heráclides Teixeira Filho foi diagnosticado com morte cerebral, no Hospital Mãe de Deus, em Porto Alegre (RS). Após a família pedir a intercessão de Madre Assunta, o paciente recobrou os sentidos e ficou curado sem sequelas. No dia 19 de dezembro de 2011 aconteceu a promulgação do Decreto das Virtudes Heroicas de Madre Assunta Marchetti, reconhecidas pelo papa Bento XVI. O milagre atribuído à venerável Madre Assunta foi reconhecido no dia 09 de fevereiro de 2012 pela equipe de médicos da Congregação da Causa dos Santos do Vaticano.

FONTE: CNBB

segunda-feira, 13 de janeiro de 2014

SONHO DE UMA IGREJA RENOVADA: PARÓQUIA REDE DE COMUNIDADES


Estamos no início de um novo ano. Este momento se torna sempre uma ocasião importante para revermos os passos dados, pensarmos na caminhada pessoal, familiar, profissional e também da Igreja. Somos envolvidos psicologicamente e espiritualmente por sentimentos de alegria, às vezes de resignação, de expectativa e esperança de um tempo novo.

Hoje o coração do bispo recorda com alegria e gratidão uma longa caminhada realizada em toda a Diocese por meio da visita pastoral iniciada em 2010. Sinto os frutos desta experiência na maior participação nas festas de padroeiros e no maior comprometimento de agentes na evangelização da Igreja. Já podemos perceber sinais de um tempo novo, de uma renovação em toda a Diocese por meio de uma mentalidade e uma postura pastoral que se refletem nas comunidades e se tornam a base de um sonho que estamos construindo: a paróquia como uma rede de comunidades. 

Desejamos a superação de uma paróquia como uma mera estrutura burocrática onde a matriz centraliza as atividades e não avança no sentido de uma Igreja missionária, peregrina e capaz de alcançar corações sedentos de Deus, porém desamparados e distantes dos meios e metodologias que não respondem às exigências da realidade. A Igreja deve estar onde Cristo nos mandou ir. Deve ir a lugares “onde Ele mesmo deve ir”( Lc 10, 1). Nesta perspectiva é que sentimos, na última Assembleia Diocesana, realizada em novembro de 2013, a necessidade de agentes com sólida formação doutrinal, pastoral e espiritual, por meio de uma distribuição da paróquia em pequenas células vivas. Tudo isto em vista de uma Igreja renovada, missionária, sendo as paróquias uma rede de comunidades, com cristãos conscientes de sua pertença à Igreja, participativos e comprometidos com o Reino de Deus.

Neste momento em que cresce nossa esperança de um mundo melhor pela renovação da Igreja, queremos abraçar a todos invocando a intercessão da Virgem Mãe de Deus e de nossa padroeira Santa Luzia para que o ano novo seja de um contínuo crescimento e fortalecimento da nossa fé na certeza de que Deus está conosco e não nos abandona em meio à missão. Um feliz e abençoado 2014 para todos!

Dom Mariano Manzana
Bispo Diocesano

CONGRATULAÇÕES DA CNBB A DOM ORANI TEMPESTA




A CNBB, em mensagem assinada pelo secretário geral, dom Leonardo Ulrich Steiner, manifesta suas congratulações ao arcebispo do Rio de Janeiro, dom Orani João Tempesta, pela nomeação cardinalícia, anunciada hoje, 12, pelo papa Francisco após a oração mariana do Angelus. Segue, na íntegra, a mensagem.

Congratulações a dom Orani João Tempesta


“Eis o meu servo: nele se compraz minh"alma” (Is 42,1).

É com imensa satisfação que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB recebe o anúncio da nomeação cardinalícia de dom Orani João Tempesta, arcebispo do Rio de Janeiro, feito pelo papa Francisco, hoje, 12. Congratulamo-nos com dom Orani, que exerce com solicitude apostólica o seu ministério episcopal. O consistório será realizado no dia 22 de fevereiro deste ano.

Dom Orani é religioso da Ordem Cistenciense. Foi ordenado presbítero em 7 de dezembro de 1974 e ordenado bispo da diocese de São José do Rio Preto (SP) em 26 de fevereiro de 1997.  Em 13 de outubro de 2004 foi nomeado arcebispo de Belém (PA) e em 27 de fevereiro de 2009, arcebispo do Rio de Janeiro. Na CNBB, foi presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social por dois mandatos, permanecendo na função de 2003 a 2011. Também foi membro do Conselho Episcopal Pastoral, do Conselho Permanente e do Conselho Econômico da Conferência dos Bispos.

Em julho deste ano, a arquidiocese do Rio de Janeiro foi anfitriã da Jornada Mundial da Juventude. Dom Orani assumiu esse serviço com dedicação e generosidade, acolhendo o Santo Padre e milhares de peregrinos vindos de todas as partes do Brasil e do mundo.

“Com a alegria da Fé, somos missionários para proclamar o Evangelho de Jesus Cristo e, n’Ele, a boa nova da dignidade humana, da vida, da família, do trabalho, da ciência e da solidariedade com a criação” (Documento de Aparecida, nº 103). A Dom Orani, asseguramos nossas orações e pedimos a Nossa Senhora Aparecida que o acompanhe na missão de servir à Igreja junto ao Santo Padre.

Agradecemos ao Papa Francisco pela nomeação de mais um cardeal brasileiro.

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

FONTE: CNBB