segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

INGRESSOS PARA O BOTE FÉ NATAL PODEM SER ADQUIRIDOS EM MOSSORÓ



A partir desta sexta-feira, 27 de janeiro, os ingressos para o show do Bote Fé Natal começam a ser vendidos na secretaria da Paróquia da Catedral de Santa Luzia, em Mossoró. A secretaria fica na Praça Vigário Antônio Joaquim, s/n, centro, funcionando de segunda a sexta-feira, das 8h às 12h e de 15h às 17h, e no sábado, das 8 às 11 horas. Telefone: (84)
3321-3157.

O show acontecerá dia 10 de fevereiro, a partir das 17 horas, na Praia do Forte, em Natal. Os portões serão abertos às 13h30. Do show participarão 25 cantores católicos, reconhecidos nacionalmente e até internacionalmente, como Padre Fábio de Melo, Padre Antônio Maria, Padre Reginaldo Manzotti, Adriana, Banda Vida Reluz, Banda Dominus, entre outros.

Entre eles, três concorreram, no ano passado, ao principal prêmio da música internacional, na categoria “Melhor Álbum de Música Cristã”– língua portuguesa. São Padre Zezinho, Bandas Rosa de Saron e Adoração e Vida.

O show está sendo preparado para 30 mil pessoas. Caravanas de quase todos os municípios do Rio Grande do Norte e de vários estados do Brasil estão confirmando presença no evento.

A lista completa dos artistas, assim como a programação do Bote Fé, na Arquidiocese de Natal, estão disponíveis no site: www.botefenatal.com.br.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

MENSAGEM DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DA COMUNICAÇÃO SOCIAL



Silêncio e palavra: caminho de evangelização

Amados irmãos e irmãs,

Ao aproximar-se o Dia Mundial das Comunicações Sociais de 2012, desejo
partilhar convosco algumas reflexões sobre um aspecto do processo humano da
comunicação que, apesar de ser muito importante, às vezes fica esquecido,
sendo hoje particularmente necessário lembrá-lo. Trata-se da relação entre
silêncio e palavra: dois momentos da comunicação que se devem equilibrar,
alternar e integrar entre si para se obter um diálogo autêntico e uma união
profunda entre as pessoas. Quando palavra e silêncio se excluem mutuamente,
a comunicação deteriora-se, porque provoca um certo aturdimento ou, no caso
contrário, cria um clima de indiferença; quando, porém se integram
reciprocamente, a comunicação ganha valor e significado.

O silêncio é parte integrante da comunicação e, sem ele, não há palavras
densas de conteúdo. No silêncio, escutamo-nos e conhecemo-nos melhor a nós
mesmos, nasce e aprofunda-se o pensamento, compreendemos com maior clareza
o que queremos dizer ou aquilo que ouvimos do outro, discernimos como
exprimir-nos. Calando, permite-se à outra pessoa que fale e se exprima a si
mesma, e permite-nos a nós não ficarmos presos, por falta da adequada
confrontação, às nossas palavras e ideias.

Deste modo abre-se um espaço de escuta recíproca e torna-se possível uma relação humana mais plena. É no silêncio, por exemplo, que se identificam os momentos mais autênticos da comunicação entre aqueles que se amam: o gesto, a expressão do rosto, o
corpo enquanto sinais que manifestam a pessoa. No silêncio, falam a alegria, as preocupações, o sofrimento, que encontram, precisamente nele, uma forma particularmente intensa de expressão. Por isso, do silêncio, deriva uma comunicação ainda mais exigente, que faz apelo à sensibilidade e àquela capacidade de escuta que frequentemente revela a medida e a natureza dos laços.

Quando as mensagens e a informação são abundantes, torna-se essencial o silêncio para discernir o que é importante daquilo que é inútil ou acessório. Uma reflexão profunda ajuda-nos a descobrir a relação existente entre acontecimentos que, à primeira vista, pareciam não ter ligação entre si, a avaliar e analisar as mensagens; e isto faz com que se possam compartilhar opiniões ponderadas e pertinentes, gerando um conhecimento comum autêntico. Por isso é necessário criar um ambiente propício, quase uma espécie de «ecossistema» capaz de equilibrar silêncio,
palavra, imagens e sons.

Grande parte da dinâmica atual da comunicação é feita por perguntas à procura de respostas. Os motores de pesquisa e as redes sociais são o ponto de partida da comunicação para muitas pessoas, que procuram conselhos, sugestões, informações, respostas. Nos nossos dias, a Rede vai-se tornando cada vez mais o lugar das perguntas e das respostas; mais, o homem de hoje vê-se, frequentemente, bombardeado por respostas a questões que nunca se pôs e a necessidades que não sente. O silêncio é precioso para favorecer o necessário discernimento entre os inúmeros estímulos e as muitas respostas que recebemos, justamente para identificar e focalizar as perguntas verdadeiramente importantes. Entretanto, neste mundo complexo e diversificado da comunicação, aflora a preocupação de muitos pelas questões
últimas da existência humana: Quem sou eu? Que posso saber? Que devo fazer?
Que posso esperar? É importante acolher as pessoas que se põem estas questões, criando a possibilidade de um diálogo profundo, feito não só de palavra e confrontação, mas também de convite à reflexão e ao silêncio, que às vezes pode ser mais eloquente do que uma resposta apressada, permitindo a quem se interroga descer até ao mais fundo de si mesmo e abrir-se para aquele caminho de resposta que Deus inscreveu no coração do homem.

No fundo, este fluxo incessante de perguntas manifesta a inquietação do
ser humano, sempre à procura de verdades, pequenas ou grandes, que dêem
sentido e esperança à existência. O homem não se pode contentar com uma
simples e tolerante troca de cépticas opiniões e experiências de vida:
todos somos perscrutadores da verdade e compartilhamos este profundo
anseio, sobretudo neste nosso tempo em que, «quando as pessoas trocam
informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as
suas esperanças, os seus ideais» (Mensagem para o Dia Mundial das
Comunicações Sociais de 2011).

Devemos olhar com interesse para as várias formas de sítios, aplicações e
redes sociais que possam ajudar o homem atual não só a viver momentos de
reflexão e de busca verdadeira, mas também a encontrar espaços de silêncio,
ocasiões de oração, meditação ou partilha da Palavra de Deus. Na sua
essencialidade, breves mensagens – muitas vezes limitadas a um só versículo
bíblico – podem exprimir pensamentos profundos, se cada um não descuidar o
cultivo da sua própria interioridade. Não há que surpreender-se se, nas
diversas tradições religiosas, a solidão e o silêncio constituem espaços
privilegiados para ajudar as pessoas a encontrar-se a si mesmas e àquela
Verdade que dá sentido a todas as coisas. O Deus da revelação bíblica fala
também sem palavras: «Como mostra a cruz de Cristo, Deus fala também por
meio do seu silêncio. O silêncio de Deus, a experiência da distância do
Onipotente e Pai é etapa decisiva no caminho terreno do Filho de Deus,
Palavra Encarnada. (...) O silêncio de Deus prolonga as suas palavras
anteriores. Nestes momentos obscuros, Ele fala no mistério do seu silêncio»
(Exort. ap. pós-sinodal Verbum Domini, 30 de Setembro de 2010, n. 21). No
silêncio da Cruz, fala a eloquência do amor de Deus vivido até ao dom
supremo. Depois da morte de Cristo, a terra permanece em silêncio e, no
Sábado Santo – quando «o Rei dorme (…), e Deus adormeceu segundo a carne e
despertou os que dormiam há séculos» (cfr Ofício de Leitura, de Sábado
Santo) –, ressoa a voz de Deus cheia de amor pela humanidade.

Se Deus fala ao homem mesmo no silêncio, também o homem descobre no
silêncio a possibilidade de falar com Deus e de Deus. «Temos necessidade
daquele silêncio que se torna contemplação, que nos faz entrar no silêncio
de Deus e assim chegar ao ponto onde nasce a Palavra, a Palavra redentora»
(Homilia durante a Concelebração Eucarística com os Membros da Comissão
Teológica Internacional, 6 de Outubro de 2006). Quando falamos da grandeza
de Deus, a nossa linguagem revela-se sempre inadequada e, deste modo,
abre-se o espaço da contemplação silenciosa. Desta contemplação nasce, em
toda a sua força interior, a urgência da missão, a necessidade imperiosa de
«anunciar o que vimos e ouvimos», a fim de que todos estejam em comunhão
com Deus (cf. 1 Jo 1, 3). A contemplação silenciosa faz-nos mergulhar na
fonte do Amor, que nos guia ao encontro do nosso próximo, para sentirmos o
seu sofrimento e lhe oferecermos a luz de Cristo, a sua Mensagem de vida, o
seu dom de amor total que salva.

Depois, na contemplação silenciosa, surge ainda mais forte aquela Palavra
eterna pela qual o mundo foi feito, e identifica-se aquele desígnio de
salvação que Deus realiza, por palavras e gestos, em toda a história da
humanidade. Como recorda o Concílio Vaticano II, a Revelação divina
realiza-se por meio de «ações e palavras intimamente relacionadas entre si,
de tal modo que as obras, realizadas por Deus na história da salvação,
manifestam e confirmam a doutrina e as realidades significadas pelas
palavras; e as palavras, por sua vez, declaram as obras e esclarecem o
mistério nelas contido» (Const. dogm. Dei Verbum, 2). E tal desígnio de
salvação culmina na pessoa de Jesus de Nazaré, mediador e plenitude da toda
a Revelação. Foi Ele que nos deu a conhecer o verdadeiro Rosto de Deus Pai
e, com a sua Cruz e Ressurreição, nos fez passar da escravidão do pecado e
da morte para a liberdade dos filhos de Deus. A questão fundamental sobre o
sentido do homem encontra a resposta capaz de pacificar a inquietação do
coração humano no Mistério de Cristo. É deste Mistério que nasce a missão
da Igreja, e é este Mistério que impele os cristãos a tornarem-se
anunciadores de esperança e salvação, testemunhas daquele amor que promove
a dignidade do homem e constrói a justiça e a paz.

Palavra e silêncio. Educar-se em comunicação quer dizer aprender a
escutar, a contemplar, para além de falar; e isto é particularmente
importante paras os agentes da evangelização: silêncio e palavra são ambos
elementos essenciais e integrantes da ação comunicativa da Igreja para um
renovado anúncio de Jesus Cristo no mundo contemporâneo. A Maria, cujo
silêncio «escuta e faz florescer a Palavra» (Oração pela Ágora dos Jovens
Italianos em Loreto, 1-2 de Setembro de 2007), confio toda a obra de
evangelização que a Igreja realiza através dos meios de comunicação social.

Vaticano, 24 de Janeiro – Dia de São Francisco de Sales – de 2012.

BENEDICTUS PP XVI

sábado, 14 de janeiro de 2012

COMUNIDADE PASSAGEM DE PEDRAS CELEBRA FESTA DE PADROEIRO



A comunidade Passagem de Pedras presta homenagens, de 10 a 20 de janeiro, ao seu padroeiro São Sebastião.

Neste ano, a festa tem como tema "Redescobrindo o tesouro da fé" e as novenas acontecem sempre às 19h30.

À procissão e missa de encerramento (20/01) serão realizadas às 19h e conduzidas por Pe. Ricardo Rubens.

Toda a renda arrecadada com a festa será revertida para a construção da capela, que se encontra em fase de cobertura.

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

NOTA DE CONDOLÊNCIAS DA CNBB PELO FALECIMENTO DE DOM JOSÉ FREIRE



O secretário geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Steiner, assina nota de pesar pelo falecimento do bispo emérito de Mossoró (RN), Dom José Freire de Oliveira Neto, sepultado na manhã desta quarta-feira, 11 de novembro, na catedral de Mossoró.

Leia a Nota:

Nota de pesar pelo falecimento de Dom José Freire de Oliveira Neto


A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifesta seu pesar pelo falecimento de Dom José Freire de Oliveira Neto, bispo emérito de Mossoró (RN), 83 anos, ocorrido na madrugada do dia 10 de janeiro de 2012.

O ministério episcopal de Dom José Freire foi inteiramente dedicado ao povo de Mossoró. Nomeado bispo auxiliar pelo Papa Paulo VI em 03 de novembro 1973, foi nomeado bispo coadjutor em 1979 e assumiu como bispo diocesano em 1984. Desde aquele tempo até 2004, quando renunciou, deu um testemunho cristalino de pastor zeloso.

O seu lema episcopal, retirado do início da Carta de São Paulo aos Filipenses e assumido em sua missão, levou luz para um apostolado frutuoso realizado em favor das comunidades de fé: “Configuratus Morti Ejus” (Semelhante a Ele na morte). Dom José Freire, sempre fiel ao Evangelho e à Igreja, esteve à frente no empenho pela valorização do compromisso de todos na transformação do mundo. Sua ação evangelizadora foi marcada por um permanente incentivo às pastorais da diocese e pela atuação corajosa que exercia no seio da sociedade.

Manifestamos nossa solidariedade fraterna e estamos unidos aos familiares de Dom José Freire, ao bispo diocesano Dom Mariano Manzana, e aos irmãos e irmãs da Diocese de Mossoró que, neste momento, agradecem a Deus pela vida de um grande bispo da Igreja no Brasil.

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

FONTE: SITE DA CNBB

quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

PREFEITURA INICIA CONSTRUÇÃO DE PRAÇA NO LARGO DA IGREJA DE SÃO MANOEL



A Prefeitura de Mossoró, através da Secretaria do Desenvolvimento Territorial e Ambiental e Gerência da Infraestrutura, iniciou a construção de praça na área externa da Igreja Matriz de São Manoel.

De acordo com Carlos Clay, gerente da Infraestrutura, a gestão municipal está investindo na obra mais de R$ 247 mil com recursos próprios. A reforma começou segunda, 02, e a previsão é que seja finalizada dentro de quatro meses.

A obra é uma antiga reivindicação da comunidade local. “Os padres e os paroquianos solicitaram nossa ajuda para a realização do benefício. Analisamos as propostas e elaboramos um projeto que já está sendo executado. Em breve, entregaremos o largo da Igreja totalmente novo, o que vai embelezar ainda mais o grande Alto de São Manoel e proporcionar um ambiente de lazer para os moradores da região”, afirmou a prefeita Fafá Rosado.

Padre Ivonzéliton Nunes, vigário paroquial de São Manoel, explica que as atividades na Igreja acontecerão normalmente durante o período de reforma. As celebrações continuam, nas quartas, sextas, sábados e domingos, e o acesso ao templo se dará pelas portas laterais, próximas a secretaria.

FONTE: SITE DA PREFEITURA MUNICIPAL DE MOSSORÓ